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António Corrêa de Oliveira (1879-1960) nasceu em São
Pedro do Sul e faleceu em Esposende. Estudou no seminário
de Viseu, indo depois para Lisboa onde trabalhou como jornalista
no Diário Ilustrado. Tendo casado com uma rica proprietária
minhota, fixa-se na aldeia de Belinho, conselho de Esposende.
Foi um dos cantores do Saudosismo, juntamente com Teixeira de
Pascoaes e outros. Colaborou na revista A Águia,
Atlântida, Ave Azul e Seara Nova. Obras poéticas:
Ladainha (1897), Eiradas (1899), Cantigas
(1902), Raiz (1903), Ara (1904), Tentações
de S. Frei Gil (1907), Elogio dos Sentidos (1908),
Alma Religiosa (1910), Dizeres do Povo (1911), Romarias
(1912), A Criação. I. Vida e História
da Árvore (1913), A Minha Terra (1915-1917),
Na Hora Incerta (Viriato Lusitano) (1920), Verbo Ser e Verbo Amar (1926), Mare Nostrum (1939),
História Pequenina de Portugal Gigante (1940), Aljubarrota
ao Luar (1944), Saudade Nossa (1944), Redondilhas
(1948), Azinheira em Flor (1954).
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