Mário Máximo nasceu em 19 Setembro de 1956, na
cidade de Lisboa. A sua vida repartiu-se por Olival Basto (até aos sete anos),
Lisboa (até aos trinta e cinco) e Odivelas, onde reside há cerca de uma década.
Desde bastante cedo ligado às questões da
literatura e da criatividade literária, deram os jornais a conhecer muitos dos
seus poemas, mas também o conto e a crónica. O guionismo para televisão tem
sido outra das suas ocupações. Em 1986 publicou o primeiro livro: um livro de
poemas. Desde então, sucederam-se mais cinco livros de poemas e um romance.
Em 1999 o Instituto das Bibliotecas e do Livro
atribuiu-lhe a Bolsa de Criação Literária, pelo projecto de poesia Oração
Pagã. Este título é, hoje, o seu sexto livro de poemas, ou seja, o seu
sétimo título.
Obras Publicadas:
Um Milhão de Anos, editado por Perspectivas & Realidades em 1986 – Poesia;
Meridiano Agreste, editado por Tertúlia Editora em 1991 – Poesia; Hedonista,
editado por Tertúlia Editora em 1994 – Poesia; Paisagens da Utopia,
editado por Tertúlia Editora em 1996 – Poesia; A Ilha, editado por Hugin
Editores – Romance; Arte Real, editado por Hugin Editores – Poesia; Oração
Pagã, editado por Hugin Editores – Poesia
Participação
em Publicações: Conto «Águas Doces» inserto na colectânea Contos Eróticos de
Natal – Hugin Editores; Antologia de Homenagem a Federico Garcia
Lorca – Universitária Editora; Antologia da Poesia Erótica Portuguesa
– Universitária Editora; Antologia Timor – Do Poder das Armas à Força do
Amor – Universitária Editora; Antologia
Gente Ilustre 2001 – Universitária Editora; Revista Boca do Inferno
– Câmara Municipal de Cascais; Texto de análise acerca da peça de teatro Uma
Questão de Tempo de Jaime Salazar; Sampaio – Hugin Editores; Texto de
lançamento da Colecção NAUTÍVAGOS – Poesia da Hugin-Editores (Incluído
em todos os títulos da primeira série da colecção).
Poemas e
Textos Diversos Publicados em Jornais e Revistas: Conto «A Inevitável Partida»,
(3º Prémio do Concurso Literário Aconteceu nos Últimos 50 Anos), publicado
no Diário de Notícias em Julho de 1977; Diversos poemas publicados ao longo dos
anos em Jornal da Costa do Sol, Diário de Notícias, Diário
Popular, Jornal de Silves, Jornal dos Açores (Suplemento SAC);
Textos de prosa, crónica e/ou análise literária publicados em Jornal de
Letras, Revista TIL, Artes & Artes; Revista RODAPÉ, etc.;
Poema «O Filho Dilecto de Portugal» (Homenagem a Xanana Gusmão) publicado pelo Diário
de Notícias em Outubro de 1999, por convite de Maria Augusta Silva
Guionismo: Guiões
diários para o programa UM-DO-LI-TA do Canal II da RTP (Setembro 96 a Setembro
de 98) – ao todo, foram 505 guiões.
Diseur
de Textos Literários: Ao longo dos últimos dez anos tem sido desenvolvida
intensa actividade como Diseur de Textos Literários. Nomeadamente poesia
mas também textos de teatro. Tudo começou no Botequim (Bar de Natália
Correia). Depois irradiou para imensos outros palcos, onde se poderão sublinhar
palcos de tertúlia – o já referido Botequim, o Martinho da
Arcada, entre outros – palcos de espectáculo – Teatro Nacional D.
Maria II, Teatro A Barraca, Teatro de Portalegre, Centro Cultural de
Belém, Auditório da Biblioteca Municipal de Beja, Biblioteca Municipal de
Caldas da Rainha, Casa da Cultura de Beja, Biblioteca Camões, Videoteca
Municipal, Palácio Galveias, etc. – ou, ainda, espaços como o auditório da
Ordem dos Médicos, no Porto, o Palácio da Independência, o Hotel Avenida Palace,
bem como em muitos outros espaços, institucionais ou particulares, onde houve
lançamentos de livros. Refira-se, ainda, a participação no vídeo-livro que
promoveu a Antologia de Homenagem a Federico Garcia Lorca.
O espectáculo As
Palavras e a Música na Poesia de Mário Máximo – que apresenta peças
originais para piano, flauta, violoncelo e guitarra, compostas para os poemas a
dizer – já esteve no teatro A Barraca, no Centro Cultural de Belém
e no Auditório Amélia Rey Colaço.
Todo este
trabalho culminou com a edição do CD DIZERPESSOA (dezassete poemas de Fernando
Pessoa e seus heterónimos ditos por Mário Máximo e servidos por composições
específicas da autoria do compositor Paulo Nazareth). Este CD contou com o
apoio das Câmaras de Lisboa e de Odivelas e do Instituto Camões.