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Alexandre O'Neill


Alexandre Manuel Vahia de Castro O'Neill de Bulhões (1924-1986) nasceu em Lisboa a 19 de Dezembro de 1924 e faleceu na mesma cidade a 21 de Agosto de 1986. Dedicou-se à publicidade e desde cedo se juntou às primeiras manifestações do Surrealismo em Portugal. Publica em 1948, e dentro desta corrente, o volume de colagens A Ampola Miraculosa, integrado na coleção dos Cadernos Surrealistas. Afasta-se do grupo surrealista e colabora nos Cadernos de Poesia. Traduziu Dostoievski, Maiakovski, Bertolt Brecht, etc., e fez argumentos para diversos filmes.

Obras: Poesia – A Ampola Miraculosa (Lisboa, Cadernos Surrealistas 1948); Tempo de Fantasmas (Cadernos de Poesia, n11); No Reino da Dinamarca (Lisboa, Guimarães, 1958); Abandono Vigiado (Lisboa, Guimarães, 1960); Poemas com Endereço (Lisboa, Moraes, 1962); Feira Cabisbaixa (Lisboa, Ulisseia, 1965); De Ombro na Ombreira (Lisboa, Dom Quixote, 1969); Entre a Cortina e a Vidraça (Lisboa, Estúdios Cor, 1972); A Saca de Orelhas (Lisboa, Sá da Costa, 1979); Poesias Completas (1951-1981) (1981); Poesias Completas (1951-1983) (1983). Prosa – As Andorinhas não Têm Restaurante (Lisboa, Dom Quixote, 1970); Uma Coisa em Forma de Assim (Lisboa, EDIC, 1980; 2. edição, revista e aumentada, Lisboa, Presença, 1980).



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